O fenómeno iPad

18 08 2010

Eu sei que vem tarde. Mas sinto que tinha de colocar ito aqui: O Ipad!

Uma das revoluções do mundo digital veio mascarada de iPad. Aquele produto da Apple que ninguém precisava tornou-se numa necessidade para muitos lares e copiado pela concorrência.

Esta mistura de iPhone, iPod e netbook não é nada mais que um leitor de ebooks, revistas e jornais e uma consola de jogos que permitem, igualmente, o acesso a milhares de vídeos e músicas.

Quando foi lançado nos Estados Unidos da América (EUA), envolto de uma nuvem de secretismo, foram muitos os que esperaram horas para levar para casa o primeiro iPad. Numa semana foi considerado revolucionário, arrasado pela crítica, desbloqueado por um ‘hacker’ e destruído por um adolescente com um taco de baseball.

Características
O iPad apresenta-se sem câmara, com um tamanho que se situa entre um iPhone e um netbook. No entanto é mais fino e leve que os netbooks. O modelo base com 16 gigas custa cerca de 370 euros. O de 64 gigas, 517 euros. No entanto, se o iPad se apresentar com Wi-Fi e 3G, custa mais 96 euros.

Cátia Biscaia




Social Media

6 08 2009

Cátia Biscaia





Nova imagem da PT

18 05 2009

O azul TMN é a nova cor da Portugal Telecom. O novo logótipo da empresa está a ser trabalhado há seis meses pela MyBrand e foi apresentado na sexta-feira de manhã em Lisboa.

Um ano e três meses depois de ter desenvolvido a identidade gráfica da Zon Multimédia, a MyBrand foi responsável pelo rebranding da rival Portugal Telecom (PT), uma acção anunciada na sexta-feira de manhã pela empresa em conferência de imprensa. A nova imagem não irá ser comunicada através de uma campanha própria, sendo apresentada aos portugueses na campanha «Gente Com Fibra», que promove a sua rede de fibra óptica.

in Briefing

Cátia Biscaia





Porque de quando em vez precisamos destes impulsos…

1 04 2009

Cátia Biscaia





Site YouTube redesenhado

1 04 2009
Site YouTube redesenhado para conteúdos Premium

Site YouTube redesenhado para conteúdos Premium

Carlos Martinho anunciou hoje na Briefing, mas sinceramente já estava à espera desta notícia há muito. Pelo que consta o YouTube está a preparar o redesenho do seu site, separando os conteúdos em quatro categorias: filmes, música, shows e vídeos, sendo que as três primeiras irão exibir conteúdos Premium: clips, vídeos (que exibirão também conteúdos de amadores e semiprofissionais) e programas de parceiros, acompanhados por publicidade.
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Vá, o YouTube transformar-se-à, então,  em mais uma WebTv, como tantas outras. Diferença? Também tem conteúdos de amadores. Quem sabe se não poderemos também criar a nossa televisão online como já acontece com rádios tipo Cotonete.
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Ao que me parece devo estar velha, ou então é esta tecnologia que cresce a olhos vistos (opto pela segunda por conveniência). É que lembro-me do YouTube nascer. Melhor, lembro-me de mexer pela primeira vez num computador no meu 7.º ano, e de achar fascinante o mundo do Word 95. Onde iremos chegar?

oCátia Biscaia





Decorarrr – Muy bueno!!

31 03 2009
Simulador CIN

Simulador CIN

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Vejam só que divertido!!
Eu como sou muito destas coisas, lá fui tentar pintar mi casita…
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Experimentem, é realmente muito útil!!
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Sónia Marques




Novo iPod shuffle

20 03 2009
iPod Shuffle

iPod Shuffle

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O leitor de música mais pequeno do mundo é também o primeiro que fala!

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Pequeno em tamanho:
- 45,2 mm de altura x 7,8 mm de espessura, para ser exacto.
- Comandos de fácil acesso.
- Biblioteca de música pronta a utilizar.
- Acessório tecnológico moderno.

Gigante em tecnologia:
- Em termos musicais o novo iPod shuffle é brilhante, graças a uma funcionalidade nova e fantástica, denominada VoiceOver.
- Várias listas de reprodução.
- Multi-música-lingue.
- Reprodução aleatória, normal, parada.

[ver apresentação]

Cátia Biscaia





Consumidor 2.0, a revolução!

20 03 2009
Consumer 2.0

Consumer 2.0

Na revista Briefing de hoje surgia a notícia:

«Os blogs exercem cada vez maior influência junto dos decisores tecnológicos, comparativamente com os analistas financeiros e a cobertura mediática, segundo um estudo da Hill & Knowlton. Mais de um terço dos inquiridos afirma consultar blogs com grande frequência antes de tomarem decisões de negócio, segundo o estudo, que teve por base 400 entrevistas a decisores tecnológicos nos Estados Unidos, Reino Unidos e Canadá.»

Não é novidade para mim. Na verdade, já havia feito um projecto para o mestrado, abordando o tema: Consumer Generated Media (CGM): Os novos líderes de opinião. Este novo fenómeno: os Consumidores 2.0 (utilizadores e criadores de elementos dentro da Web 2.0) tem vindo a ganhar cada vez mais interesse nas empresas. Pode-se mesmo considerar que esta é uma “mensagem boca-a-boca” altamente controlável por meios especializados de monitorização. E quem não quer saber o que se fala da sua marca?

Pete Blackshaw, chefe do Gabinete de Marketing e Satisfação do Cliente, da Inteliseek, uma empresa de consultoria de marketing em Cincinnati, e a quem se atribui a criação do termo Consumer Generated Media, define este novo conceito como “um media criado por consumidores, com o intuito de ser partilhado entre os mesmos, que se encontra a crescer exponencialmente”.

As informações trocadas são inspiradas por experiências com determinado produto ou serviço, que são partilhadas, divulgadas e arquivadas para que outros consumidores tenham acesso a elas. Ou seja, opiniões e recomendações, discussões e debates, rumores, etc. Informações que deixam um rasto digital na internet, e que podem ser monitorizadas pelo marketeer.

Alguns exemplos de CGM passam por blogs, e-mails de feedback de consumidores para empresas, fóruns, sites de avaliação, redes sociais na internet, fotoblogs ou sites de partilha de fotografia, Vlogs – vídeos pessoas, podcasting, entre outros.

Conclusões?

Os consumidores ditam o alcance dos media, a sua frequência e o impacto. Cada vez mais a informação se encontra disponível na Web, ao alcance de todos, e o consumidor escolhe o tema, o site e encontra todo um vasto número de outros consumidores dispostos a contar as suas experiências. A conversa de café, sobre os mais variados temas, passou para o mundo digital, onde tudo é mais simples e mais fácil.

A confiança depositada nos CGM, associada à sua rápida difusão pela Web, determinam cada vez mais o sucesso ou o fracasso de determinados produtos ou serviços.

As empresas não podem simplesmente fechar os olhos a este fenómeno! Tenho dito!

Cátia Biscaia





Pinta a Vida!

19 03 2009

«Esta mudança de imagem assume uma dimensão de modernidade da marca que tem orgulho no seu passado e no seu património mas que quis evoluir para acompanhar as actuais tendências de mercado», Pedro Júlio Silva, director de Marketing da Robbialac.

E as empresas vão-se adaptando. Apesar de se ter previsto a revelação apenas em Abril, o comunicado já foi lançado a 16 de Março e a nova imagem da Robbialac já se encontra no site, anunciada na Meios & Publicidade e publicada no YouTube. Nova assinatura, e imagem gulosa, da autoria da Strat.

O rebranding da Robbialac assume, segundo a empresa, uma dimensão de modernidade da marca que acompanha as actuais tendências de mercado de forma a atrair novos consumidores através de uma atitude cada vez mais arrojada, dinâmica e original.

E ora aí está: Pinta a vida! O que tenho a dizer? Gostei!!!

Cátia Biscaia





Press_ão

17 03 2009

Na calma da noite e tranquilidade do lar dou comigo a fazer um balanço das últimas semanas de trabalho. Foi então que o meu pensamento me levou à palavra «pressão».

Nos últimos meses, fruto da crise ou sendo a mesma uma boa desculpa, quem é que não tem sentido pressão? pressão para fazermos cada vez mais e melhor, pressão para se fazer mais com menos, pressão para isto, pressão para aquilo… Toda esta pressão sobre nós leva-nos a exercer pressão sobre os outros para se alcancem os tais objectivos. E isto é uma bola de neve, ou se quiserem uma pescadinha de rabo na boca – pressionam-me a mim e eu pressiono os outros!

Ora, a divagar à volta desta temática ocorreu-me o seguinte: nós vivemos na era da informática e esta pequena palavra (mas que tanto impacto tem sobre nós) tem na sua essência a palavra press (como todos sabem significa ‘carregar’ em português). Assim, partindo a palavra «pressão» em dois ficariamos com «press» e «ão». Então o meu pensamento foi: considerando que todos nós somos um “computador” todos temos uma tecla «ão», e a pressão não é nada mais nada menos que alguém a carregar na nossa tecla «ão» (as coisas que uma gaija se lembra!). Mas tal como um computador há limites, pois cada qual tem o seu processador (com maior ou menor velocidade), a sua RAM (com mais ou menos capacidade), etc.

Para mim a questão é – será que conseguimos aguentar tanto «press»? A minha resposta é – cada um de nós tem que ir carregando na sua tecla «esc» para de alguma forma ‘escapar’ ileso a tanto «press».

Dora Silva








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