Consumidor 2.0, a revolução!

20 03 2009
Consumer 2.0

Consumer 2.0

Na revista Briefing de hoje surgia a notícia:

«Os blogs exercem cada vez maior influência junto dos decisores tecnológicos, comparativamente com os analistas financeiros e a cobertura mediática, segundo um estudo da Hill & Knowlton. Mais de um terço dos inquiridos afirma consultar blogs com grande frequência antes de tomarem decisões de negócio, segundo o estudo, que teve por base 400 entrevistas a decisores tecnológicos nos Estados Unidos, Reino Unidos e Canadá.»

Não é novidade para mim. Na verdade, já havia feito um projecto para o mestrado, abordando o tema: Consumer Generated Media (CGM): Os novos líderes de opinião. Este novo fenómeno: os Consumidores 2.0 (utilizadores e criadores de elementos dentro da Web 2.0) tem vindo a ganhar cada vez mais interesse nas empresas. Pode-se mesmo considerar que esta é uma “mensagem boca-a-boca” altamente controlável por meios especializados de monitorização. E quem não quer saber o que se fala da sua marca?

Pete Blackshaw, chefe do Gabinete de Marketing e Satisfação do Cliente, da Inteliseek, uma empresa de consultoria de marketing em Cincinnati, e a quem se atribui a criação do termo Consumer Generated Media, define este novo conceito como “um media criado por consumidores, com o intuito de ser partilhado entre os mesmos, que se encontra a crescer exponencialmente”.

As informações trocadas são inspiradas por experiências com determinado produto ou serviço, que são partilhadas, divulgadas e arquivadas para que outros consumidores tenham acesso a elas. Ou seja, opiniões e recomendações, discussões e debates, rumores, etc. Informações que deixam um rasto digital na internet, e que podem ser monitorizadas pelo marketeer.

Alguns exemplos de CGM passam por blogs, e-mails de feedback de consumidores para empresas, fóruns, sites de avaliação, redes sociais na internet, fotoblogs ou sites de partilha de fotografia, Vlogs – vídeos pessoas, podcasting, entre outros.

Conclusões?

Os consumidores ditam o alcance dos media, a sua frequência e o impacto. Cada vez mais a informação se encontra disponível na Web, ao alcance de todos, e o consumidor escolhe o tema, o site e encontra todo um vasto número de outros consumidores dispostos a contar as suas experiências. A conversa de café, sobre os mais variados temas, passou para o mundo digital, onde tudo é mais simples e mais fácil.

A confiança depositada nos CGM, associada à sua rápida difusão pela Web, determinam cada vez mais o sucesso ou o fracasso de determinados produtos ou serviços.

As empresas não podem simplesmente fechar os olhos a este fenómeno! Tenho dito!

Cátia Biscaia





O que é merchandising?

17 03 2009

Não, não são os materiais promocionais!!

Merchandising é uma ferramenta de marketing que todos nós contactamos frequentemente (senão diariamente), sem nos darmos conta disso. Passo a explicar, merchandising são as técnicas de exposição dos produtos nos locais de venda. É verdade, isto é que é merchandising! Por exemplo, definir que um determinado produto fica ao fundo do supermercado (normalmente os de 1ª necessidade) obrigando-nos a passar por tantos outros para lá chegar.

Então porque que é que a maioria das pessoas acha que merchandising é igual a materiais promocionais, pois isso também eu gostava de saber. Parece-me que é daquelas mentiras tão bem contadas que passam a ser consideradas verdades.

Dora Silva








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